quinta-feira, 2 de junho de 2011

É hora de rever teus conceitos,

velho rival. Note que para falar comigo, hoje, tu levantas a cabeça. Deve te incomodar, não? Eu imagino. A raiva e a inconformidade que vi de teus filhos deixou isso ainda mais cristalino. Te dou um conselho de co-irmão: esqueces de mim. Olha para o teu umbigo. Saíste há pouco do inferno e ainda patina num umbral sujo e lamacento. Tua casa é tão velha e inóspita quanto a tua soberba secular. Te olha no espelho, meu rival. Onde estão o branco e o azul? Eu só vejo o negro. Lembra do teu passado. Já foste grande como hoje EU sou.
Tenho pena de ti, meu rival.
 



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